Sim, há uma nova alteração no tema proposto, mas tive conhecimento de alguns destes casos esta semana e não resisti a antecipar o post previsto para a próxima.
Começo pela “religião da paz e do amor”, a tal que passa a vida a exigir respeito e tolerância e a ver islamofobia em tudo e mais alguma coisa.
Sabiam que decorre em Nova Iorque uma petição para proibir a existência de cães em toda a cidade porque não são halal e a sua presença pode ser insultuosa para os muçulmanos? E já tem muitas, mesmo muitas assinaturas e nem sequer são todas dos ditos potenciais “ofendidos”! Ou seja, o woke no seu melhor.
Continuando na tolerância, também decorre em Londres uma petição para proibir o consumo público de comida e bebida durante o Ramadão porque, claro, pode ofender os muçulmanos. E não se referem a apenas ir a comer pela rua, querem que cafés, restaurantes e tudo o mais sigam essa proibição.
Pequeno detalhe, ambas estas cidades têm Presidentes de Câmara que são muçulmanos e que, claro, não falaram contra a intolerância demonstrada por estas petições.
Mas o prémio nesta área vai para o Presidente da Áustria. Segundo diz este “senhor”, perante o aumento da islamofobia na Europa – palavras dele – as mulheres europeias deviam passar a usar hijab como sinal de solidariedade para com o Islão!
Sim, houve em tempos em Londres um partido que concorreu a eleições locais com um único tema, exigir o uso da burca a todas as mulheres que ali vivessem ou por ali passassem – e quase ganharam... Mas de radicais islâmicos tudo se espera. Agora ouvir algo assim do representante máximo de um país europeu, francamente, nunca me ocorreu.
Só mais duas coisinhas. Primeiro, todo o gato-sapato, incluindo o “génio” da ONU, desejou aos muçulmanos um bom Ramadão. Mas como os calendários lunares têm destas coisas, a Quaresma começou exatamente no mesmo dia... só que não ouvimos ninguém desejar boa Quaresma aos cristãos. E como não há duas sem três, terceira coincidência, o Ano Novo Chinês também foi nesse mesmo dia, 17 de fevereiro! E passou despercebido a essas sumidades.
A última tem a ver com as nossas escolas. Passamos a vida a ouvir dizer que em Portugal o ensino é laico, elimina-se, por isso, a palavra “Natal” porque pode ofender... Mas não há problema em haver escolas que servem, à nossa custa, comida halal? Não estamos a falar de problemas alimentares, tipo intolerância ao glúten, mas sim de preceitos religiosos. Já agora, judeus e testemunhas de Jeová também têm regras alimentares rígidas, porque será que nunca se pensou servir refeições que as cumprissem?
Passando à Palestina e aos muitos protestos dos “bem-pensantes”, o que me intriga mais é o dos “Queers for Palestine” – basicamente, homossexuais e o resto do pessoal do alfabeto a berrarem a favor dor palestinianos, leia-se, do Hamas.
Será que não sabem que para os muçulmanos a homossexualidade é punida com a morte? E que tem havido numerosos casos em Gaza em que os acusados – sim, acusados, nem é preciso provas nem julgamento – são atirados de um telhado e deixados a morrer das lesões sofridas, o que pode levar imenso tempo?
Aliás, a ideia geral é de que isso é uma parvoíce do Ocidente e que só existe porque falta um homem em casa a pôr a devida ordem... foi o que ouvi a mais de um guia quando viajei por esses países. E os que se queixam de que “a minha família não me aceita”, experimentem andar com um homossexual muçulmano e vejam a aceitação que têm por parte da família e amigos dele.
Curiosamente, em todo o Norte de África a homossexualidade só é legal num país... pois, Israel! Sim, os judeus ortodoxos não a aceitam, mas limitam-se a expulsar da sua comunidade os visados.
Mudando de assunto, alguém é capaz de me explicar o voto de pesar na nossa Assembleia da República pela morte do enfermeiro americano pelo ICE? Isso diz-nos respeito? Sobretudo atendendo a que ainda não houve nenhum pelas várias vítimas das tempestades que nos assolaram, algumas delas evitáveis, como as quedas de telhados por falta de ajuda pronta.
Francamente, eu acharia bem mais apropriado um voto de pesar pela morte do Orelha, sobretudo atendendo a que temos ali o PAN! Para quem não sabe, era um cão comunitário algures no Brasil que foi brutalmente espancado por quatro adolescentes, acabando por morrer, um crime que chocou e indignou todo esse país e não só.
E por falar em animais, será que os apoiantes da comida halal nas escolas sabem como se mata um animal para que o seja? Pois, tem de estar totalmente consciente e mata-se degolando-o e deixando-o sangrar até morrer.
Finalmente, a Sport TV na casa oficial do Primeiro-Ministro e na Assembleia da República. Começo por estranhar só ser notícia agora, uma vez que, segundo parece, o contrato data de 2017, ou seja, durante o mandato do Concordia, tendo sido recentemente renovado.
Primeiro, quem é que vive, de facto, na residência oficial do Primeiro-Ministro? Pergunto porque sempre achei que, uma vez que temos de pagar pela segurança, manutenção, etc. de uma série de residências oficiais, quem tem direito a elas devia ser obrigado a residir ali, em vez de andarmos a pagar sabe-se lá o quê pelas suas habitações usuais – no mínimo, a segurança.
Segundo, Sport TV, a sério? É realmente uma necessidade para quem nos (des)governa? Francamente, não consigo entender a lógica, acho apenas que é um insulto para muitos portugueses que mal têm para comer, muito menos para pagar pacotes premium de televisão por cabo.
Para a semana: Censura, mais uma vez A propósito da proibição de redes sociais até uma certa idade "para bem das criancinhas".